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   Sabia que estar na presença de um animal por si só conduz à diminuição do nível de cortisol o que leva a uma redução da ansiedade e nível de stress? E que desperta no ser humano laços de afetividade e de empatia, o que conduz à libertação de ocitocina e assim a um estado de relaxamento e de bem-estar (Teoria da Biofilia)? É por este e outros motivos que a Terapia Assistida por Animais (TAA) é um complemento interessante e relevante às terapias convencionais, tornando as pessoas mais disponíveis para a participação e cooperação no desenvolvimento das sessões terapêuticas, nas suas diversas áreas de atuação.

 

     Mas o que é a Terapia Assistida por Animais?

   As TAA são um ramo das intervenções assistidas por animais (ao lado das atividades assistidas por animais e da educação assistida por animais). Têm como objetivo promover a melhoria do funcionamento físico, social, emocional e cognitivo dos participantes. São dinamizadas por profissionais da área da saúde e têm objetivos específicos para cada cliente. O animal é parte integrante do processo terapêutico, cumprindo critérios específicos e treinado especialmente para este fim. O terapeuta promove a interação entre o animal e o utente registando os progressos e avaliando os resultados. Destaca-se a importância de que a equipa animal e técnica seja devidamente formada e treinada para a prática das TAA. Um dos animais mais utilizados para estas intervenções são os cães, a par com os burros e os cavalos. Pelas características do animal, as terapias assistidas por cães (TAC) tem vindo a ganhar mais popularidade e procura.

 

   De uma forma geral, o cão é um animal que chama a atenção dos participantes, proporcionando um conjunto de estímulos multissensoriais, sendo a TAC um complemento importante em todo o processo terapêutico e educacional. Por ser um animal muito familiar assume-se como um elo de ligação comum entre os vários participantes, incentivando à partilha, socialização e participação. A presença do cão nas sessões de terapia proporciona igualmente um estado de relaxamento, redução de stress, ansiedade e da pressão sanguínea, com evidentes benefícios ao nível da saúde e bem-estar.

 

   Além disso, na interação com o cão, podem ser potenciadas as capacidades indispensáveis ao desenvolvimento ótimo em termos emocionais, sociais e intelectuais: a expressão de emoções, a capacidade de comunicação, a interação social e até mesmo o interesse em participar nas sessões de terapia. São também observados progressos ao nível motor, não só na atividade física e mobilidade (por exemplo através de passeios à trela), mas também na motricidade do cliente através da manipulação de objetos e cuidados com o cão (por exemplo ao escovar, brincar e dar biscoitos).

 

   Dadas as suas características afetivas, os cães funcionam assim como um fator motivador e um mediador para a relação entre o terapeuta e o cliente, fomentando uma maior concentração e participação no desenvolvimento das sessões. A presença do cão tem como finalidade última tornar os clientes mais cooperantes, possibilitando a médio prazo, a generalização dos comportamentos gerados neste trabalho à sua vida quotidiana.

 

   São passíveis deste tipo de intervenção todo o tipo de população, desde a infância à terceira idade, sendo ainda considerada multidisciplinar pelo seu vasto campo de atuação, abrangendo desde a prevenção até à reabilitação física e mental. Atualmente já existem vários estudos científicos que têm vindo a comprovar a eficácia das TAC ao nível das perturbações do desenvolvimento e da aprendizagem, da saúde mental, da gerontologia, entre outros.

 

 

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